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terça-feira, 2 de abril de 2019

Wilson Teixeira, Tristeza do Jeca



Hoje,  trago o clássico dos clássicos da Música Sertaneja, autoria de Angelino de Oliveira que teve
a inspiração de cria-la baseado do famoso personagem 'Jeca Tatu', escrito por Monteiro Lobato
em seu romance  'Urupês'.  Escolhi o compositor, cantor e violeiro,  Wilson Teixeira para a
executar,  pois alcança grande público em suas interpretações.  Nascido na cidade de
Avaré,  interior do Estado de São Paulo, suas composições e releituras aliadas às
interpretações, revelam um perfeito entrosamento entre a Música urbana e a
rural. São poesias e melodias influenciadas por expressões regionais do
Brasil, que com originalidade e ousadia Wilson mescla o legado dos
grandes nomes da Música Popular Brasileira, e o faz muito bem
sem deixar de lado o toque do experimentalismo.  Assistam.

carlos miranda (betomelodia) 




Nestes versos tão singelos minha bela meu amor
Pra você quero contar o meu sofrer e a minha dor
Eu sou como um sabiá quando canta é só tristeza
Desde o galho onde ele está

Nesta viola eu canto e gemo de verdade
Cada toada representa uma saudade

Eu nasci naquela serra num ranchinho beira chão
Todo cheio de buracos onde a lua faz clarão
Quando chega a madrugada lá no mato a passarada
Principia um barulhão

Nesta viola canto e gemo de verdade
Cada toada representa uma saudade

Lá no mato tudo é triste desde o jeito de falar
Pois o Jeca quando canta dá vontade de chorar
E o choro que vai caindo devagar vai-se sumindo
Como as águas vão pro mar

Nesta viola canto e gemo de verdade
Cada toada representa uma saudade

Eu sou como um sabiá quando canta é só tristeza
Desde o galho onde ele está

angelino de oliveira



fontes
imagem e vídeo: arquivo pessoal - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: arquivo pessoal / google

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