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sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Raça Negra e Xand Avião, Dono do Seu Beijo



Escrever sobre o destaque de hoje é desnecessário, pois são quase quarenta anos que o grupo vem
atuando. Formado em um bairro da Zona Leste na cidade de São Paulo, a Vila Nhocuné em 1983, é
um dos pioneiros no  Samba e Pagode  romântico do gênero, com certa influência do Reggae.
Escolhi um dos muitos vídeos do meu arquivo pessoal para ilustrar a postagem, que tem
como  título  "O Dono do Seu Beijo",  que conta  com a  participação  de  Xand Avião.


carlos miranda (betomelodia) 


No começo era paixão o que a gente fez
Mais o brilho desse olhar me prendeu de vez
No começo a emoção foi só por prazer
Mais depois meu coração não soube te esquecer

O amor chega entra e faz morada revolução por dentro é o Sol na madrugada
Sentimento que me aquece e acalma o coração e a alma

E perto de você eu esqueço de tudo
Só pra te amar
Dono do seu beijo sou dono do mundo
Sem você não dá


antonio luiz \ nil bernardes \ cecilio nena 



fontes
imagem e vídeo: arquivo pessoal - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: arquivo pessoal / google

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Marcelo Jeneci, Aí Sim



O destaque desta publicação, já marcou presença por aqui em Novembro de 2018 com a Música que
tem como autores Marcelo Jeneci e Chico César. Para conhecer um pouco sobre Marcelo, basta
clicar no título da mesma, 'Felicidade', que para ela serão conduzidos. Escolhido para ilustrar
esta postagem é um vídeo produzido em um dos sertões deste mundão de Deus, em Palm
Springs, próximo a Los Angeles, 'Aí Sim', e que tenho certeza que irão apreciar o tema.


carlos miranda (betomelodia) 


Talvez eu consiga superar
O temor da transformação
Talvez também eu decida
Mesmo só voltar pra minha prisão

Sigo assim
Escolhendo o que é melhor pra mim
Pode ser que eu me arrebente mas
Levo a minha vida em frente
Eu já sei sou livre pra me prender
E aprender a ter alegria

Aí sim
Vou aproveitar o arroz com feijão
Sem indecisão aí enfim
Vou saber qual é a direção do meu coração


marcelo jeneci / arnaldo antunes



fontes
imagem e vídeo: arquivo pessoal - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: arquivo pessoal / google

sábado, 5 de outubro de 2019

Mauro Moraes, Com Cisco nos Olhos



" Venho de uma época em que a gente subia no palco para concorrer com Apparício Silva Rillo, Luiz
Coronel, Mário Barbará.  Era outro nível.  Hoje, se tu ganhas, tu és prevalecido; se tu perdes,  eles
dizem “pô, ganhei do Mauro Moraes!”.  Já passamos dessa fase de competições. A picada a gente
abriu,  agora a gurizada  pode cuidar da plantação ou,  continuar estragando." 

mauro moraes


Ele nasceu em  Uruguaiana,  cidade natal de minha avó materna que carinhosamente eu chamava de
"Mãe Velha", pois ela e meu avô, General João Batista de Miranda, foram os educadores da minha
infância que ensinaram-me o significado das palavras  respeito, ética  e incentivaram-me a ler.
Mas voltemos ao destaque de hoje, Mauro Moraes,  que lá também veio ao mundo mas foi
em Porto Alegre que começou sua carreira no ano de 1979, ao participar da "Vindima da
Canção Popular", em Flores da Cunha,  ficando com o quinto lugar e escolhido como
compositor revelação com sua composição  Vaqueano, parceria com Dado Jaeger.

Ganhador de dois discos de ouro e de seis troféus Açorianos, incluindo quatro de
Melhor Compositor de Música Regional,  é um dos grandes vencedores de festivais
no Estado,  contabilizando  entre os prêmios a cobiçada "Calhandra de Ouro", recebida
com a música "Feito o Carreto" na 31ª Califórnia da Canção Nativa de Uruguaiana em 2002.
Mauro Moraes  em suas composições,  evoca cenas campeiras com poesia, realismo e lirismo.

carlos miranda (betomelodia) 


Meu radinho de pilha toca de tudo
Tudo que eu acho bom
A lembrança de amigos nos discos o pago enfim
Tudo o que me faz feliz

Ele é o culpado de todo esse amor
Ele é o silêncio meu convidado
É o estado de todas as coisas
Que a alma aquece guardado

Não sei como um coração pleno em felicidade
Possa ás vezes tornar-se um poço de tristeza
Quando escuto as notícias da minha saudade
E o violão desafina a corda arrebenta

Apesar dos pesares o que mais me machuca
É a distância de dentro que a gente retruca
É o pecado de haver endurecido o carinho
Milongueando sozinho com o mate lavado

É ficar em si mesmo proseando à toa
Com a manada nos olhos da sua pessoa
É não ter vergonha de chorar quando se está feliz
Com a alegria dos outros voltando pra si


mauro moraes



fontes
imagem e vídeo: arquivo pessoal - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: arquivo pessoal / google