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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Maria Rita e Quinteto em Branco e Preto: Tá Perdoado

Quando iniciou sua carreira artística,
era minha opinião e de outros músicos que Maria Rita
faria sucesso por levar o sobrenome de um dos
maiores ícones da Música Popular Brasileira: o pianista e
maestro arranjador Cesar Camargo Mariano e, por ser
filha da cantora Elis Regina. Ainda bem que 
nos enganamos, pois em suas apresentações,
Maria Rita nos mostrou que  não seria bem assim.

Apesar de a Música estar em seu íntimo desde a
mais tenra idade, apenas no ano de 2001 ela iniciou
sua carreira como cantora, sem que o peso
do reconhecido sobrenome, aliado ao fato de
ser filha única de Elis, a influenciasse.

E que carreira. Logo de início consagrou-se como 
um dos mais novos ícones da Música Popular Brasileira,
com excelentes interpretações de novos e antigos
sucessos, tendo ganho 6 Grammy Latino, incluindo o
Grammy Latino Americano de Melhor Artista Revelação,
a única a ter ganho nesta categoria, além de vários
outros prêmios nacionais, também o
Multishow de Música Brasileira.

Nascida em São Paulo, SP, em 09 de setembro de 1977,
Maria Rita Camargo Mariano veio à tornar-se parte de
um seleto grupo de excelentes intérpretes e 
abaixo a veremos no vídeo Tá Perdoado, onde canta uma 
composição de Franco e Arlindo Cruz.  

Tenho certeza que vão gostar, 
pois ela traz de volta todos os valores da melhor 
Música Popular Brasileira. 

carlos miranda (betomelodia) 

  
Defumei o corredor   perfumei o elevador  
Pra tirar de vez o mau olhado a saudade me esquentou  
Consertei o ventilador pro teu corpo não ficar suado  

Nessa onda de calor eu até peguei uma cor  
Tô com o corpo todo bronzeado seja do jeito que for
Eu te juro meu amor se quiser voltar tá perdoado 

Fui a pé a Salvador de joelho ao redentor 
Pra ver nosso amor abençoado nosso lar se enfeitou  
A esperança germinou ah tem muita flor  pra todo lado  

Pra curar a minha dor procurei um bom doutor 
Me mandou beijar teu beijo mais molhado seja do jeito que for
Eu te juro meu amor se quiser voltar tá perdoado 

E se voltar te dou café preliminar com cafuné  
Pra deixar teu dia mais gostoso pode almoçar o que quiser  
E repetir te dou colher faz aquele jeito carinhoso  

Deixa pintar o entardecer e o sol brincar de se esconder  
Tarde e chuva eu fico mais fogosa e vá ficando pro jantar  
Tu vai ver só pode esperar que a noite será maravilhosa  

arlindo cruz / franco

fontes
imagem e vídeo: arquivo pessoal - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: arquivo pessoal / google

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Música no Mundo - Michael Jackson - Estados Unidos


Lançada no ano de 1995 por Michael Jackson em seu álbum History, Past, Presente and Future,
Earth Song foi acompanhada por um vídeo luxuoso gravado em quatro regiões geográficas
de nossa nave mãe, a Terra,  tendo como foco principal a destruição do planeta e a sua
provável recuperação.  Elogiada, criticada com severidade,  ganhadora do Grammy
em 1997,  segundo informações que obtive de  fontes diversas  na data de seu
lançamento, chegou a ser proibida sua execução nas mídias do EUA. Penso
não tratar-se apenas de uma canção, mas sim como talvez uma simples
antecipada advertência (premonição?) sobre o que nos reserva se
continuarmos a desrespeitar a Natureza, nosso Meio Ambiente.

carlos miranda (betomelodia) 

E quanto ao nascer do sol e quanto à chuva
E quanto todas as coisas que você disse que iríamos ganhar
E quanto aos campos de morte haverá um tempo
E quanto todas as coisas que você disse que eram seus e meus
Você já parou para notar todo o sangue que nós derramamos antes
Você já parou para notar esta Terra está chorando seu litoral está chorando

O que nós temos feito para o mundo olhe o que nós temos feito
E quanto toda a paz que você prometeu a seu filho único
E quanto aos campos floridos haverá um tempo
E quanto todos os sonhos que você disse que eram seus e meus
Você já parou para notar todas as crianças mortas com a guerra
Você já parou para notar esta Terra está chorando seu litoral está chorando

Eu costumava sonhar eu costumava olhar além das estrelas
Agora eu não sei onde estamos embora eu saiba que nós fomos longe

E quanto à ontem e quanto a nós e quanto aos mares e quanto a nós
O céu esta caindo e quanto a nós eu não consigo nem respirar e quanto a nós
E quanto à apatia e quanto a nós eu preciso de você e quanto a nós

E quanto o valor da natureza
É o ventre do nosso planeta e quanto a nós e quanto aos animais e quanto a eles
Transformamos reinos em poeira e quanto a nós e quanto aos elefantes e quanto a nós
Temos perdido sua confiança e quanto a nós e quanto ao choro das baleias e quanto a nós
Devastando os mares e quanto a nós

E quanto às florestas
Queimadas apesar dos nossos apelos e quanto a nós e quanto à terra santa e quanto a eles
Dilacerada por ganância e quanto a nós e quanto ao homem comum e quanto a nós
Não podemos deixar eles livres e quanto a nós e quanto às crianças morrendo e quanto a nós
Não podemos ouvi-las chorar e quanto a nós

Onde foi que nós erramos
Alguém me fale o porquê e quanto a nós e quanto aos bebês e quanto a eles
E quanto aos dias e quanto a nós e quanto toda a sua alegria e quanto a nós
E quanto ao homem e quanto a nós e quanto ao homem chorando e quanto a nós
E que tal Abraham e quanto a nós quanto à morte mais uma vez não damos a mínima


michael jackson

fontes
imagem e vídeo: arquivo pessoal - texto: carlos miranda (betomelodia)

base da pesquisa: arquivo pessoal / google

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Rejane Luna, Sou Brasileira


Uma voz inconfundível, aliada ao seu carisma, 
o saxofone e a bela batida percussiva do violão,
fazem de Rejane Luna uma artista completa, perfeita.
Ela se agiganta no palco e se firma em shows
com grandes nomes da Música Popular Brasileira,
com os quais divide o palco, tais como Zé Ramalho,
Geraldo Azevedo, Emílio Santiago, João Bosco e
Guilherme Arantes, sempre muito aplaudida pelo público.

Em suas apresentações, promove um encontro
entre o antigo e o novo, interpretando músicas próprias
e releituras de canções que marcaram sua vida musical.
em clássicos como Perfídia, que recebeu uma roupagem
mais atual, surpreendente até como em Negro Gato,
na qual Rejane com irreverente e inconfundível interpretação,
mistura a delicadeza de sua voz com sons guturais
inesperados, arrancando aplausos e risos da platéia.
No seu samba Sou brasileira, Rejane consegue
um coro do público em primeira audição e encerra
sua música simulando com a boca
o som de um tamborim. Vamos conferir ?

carlos miranda (betomelodia) 

( vídeo em 360p )
Eu vou cantar um samba um sambinha bem brasileiro
Não vai faltar cuíca não vai faltar pandeiro  
Com o violão na mão reco-reco e tamborim 
E pra ficar gostoso traz a cervejinha pra mim  

Uma loira gelada e uma mulata assanhada 
Já não me falta nada tô com os Bambas tô feliz  
 Essa noite eu vou varar a madrugada  
E o meu samba eu vou cantar assim  

Eu sou brasileira batuqueira e pixaim 
Eu sou brasileira do Cartola e do Tom Jobim  
 Eu sou brasileira batuqueira e pixaim  
Eu uma brasileira olhe o meu pandeiro e meu tamborim  

Somos uma mistura de raça que até dá graça de ver  
Branquinho ou mulato e até de olho puxado é só você escolher 
Pretinho ou lourinho de olhos verdinhos só vendo pra crer  
E vem cair no samba que eu vou mostrar pra você  

Eu sou brasileira batuqueira e pixaim  
Eu sou brasileira do Cartola e do Tom Jobim  
Eu sou brasileira batuqueira e pixaim  
Eu uma brasileira olhe o meu pandeiro e meu tamborim 

rejane luna


fontes
imagem e vídeo: arquivo pessoal - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: arquivo pessoal / google

domingo, 15 de agosto de 2010

Mauro Fuke, o Futuro na Arte da Escultura

rosácea

" Mauro conta uma história suavemente sobressaltada.
Mistura a boa formação escolar de filho admirador
das habilidades artesanais do pai e da mãe,
carpintaria e macramê, com histórias de jovem rebelde,
que foge de casa (rito de iniciação?), para
experiência alternativa hippie, em cidades, praças
e praias brasileiras, sustentando-se com a produção
de esmeradas caixinhas porta joias. "

escadas

" Da formação técnico e científica do colégio, ele
traz para o Instituto de Artes / UFRGS, onde ingressou
em 1981, uma ingênua determinação realista, de
hiper-realismo tão minucioso que, na verdade, quase
muda modernidades em fantasias 'futurizantes'. "

quatro, madeira e fibras

" Assim, a escultura de Mauro Fuke escapa às
malhas das classificações tradicionais, pois
sendo arte dos anos 80, se dobra sobre a história,
sobre os soçobros do tempo e reflexiona noutro sentido. "

esferas

" Mas... fascina a 'construtividade',
a invenção científica, planejada, das suas esculturas,
máquinas inesperadamente lúdicas, a mecânica de
brinquedo das peças vegetais e animais,
reunidas por doida tecnologia, pois
elas se acoplam e engrenam... sexualmente,
atraindo o olhar e a ação táctil do espectador para toques,
carícias e leves trações, que põem em movimento
sua intransigente lógica do inesperado. "



mário fuke

Realmente a riqueza nas Artes Plásticas,
na Cultura de um modo geral nesse belo Estado 
no qual agora resido, o Rio Grande do Sul, me surpreende
à cada obra. A miríade de Artistas nas mais diversas áreas,
a infinidade de temas e estilos, é de uma beleza imensa. 
as criações de um ainda desconhecido artesão ou
em outras de um já renomado autor, sempre
presentes o belo, a criatividade e o Amor à Arte.

escultura, ufrgs

Mas Mauro Fuke é dono de um talento inovador,
único, que nos remete às mais loucas e até insanas
fantasias com suas esculturas, painéis e por que não,
em todas suas obras, frutos uma lógica inesperada,
como acima citado e como veremos em mais
algumas de suas criações em painéis e memoriais.

painéis laterais, viaduto ildo meneguetti

Nascido na cidade de Porto Alegre em 1961,
atualmente vive e trabalha em Eldorado do Sul,
no estado do Rio Grande do Sul. Estudou no
Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande
do Sul trabalhando principalmente com escultura em madeira.

painel, aeroporto salgado filho

A habilidade técnica sempre caracterizou sua produção.
O uso da matemática e de softwares de modelagem
tridimensional têm sido importantes na elaboração
de suas obras.

carlos miranda (betomelodia) 

fontes
imagens: arquivo pessoal - textos: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: arequivo pessoal / google


terça-feira, 10 de agosto de 2010

Enigmas do Mundo - Os Moais da Ilha de Páscoa - Chile

rapa nui, a ilha de páscoa

Ao sul do Oceano Pacífico, a 3700 quilômetros
de distância da costa oeste do Chile,
está situada
Rapa Nui, ou ilha de Páscoa,
denominação pela qual
a conhecemos.
Faz parte da Polinésia Oriental e
pertence à
V Região de Valparaíso, Chile.

É lá que nos deparamos com um dos muitos
Enigmas da
Antiguidade: suas enormes estátuas de pedra,
os moais, cujo significado e origem é um dos
mistérios
que permanecem indecifráveis até hoje.


moais, os guardiões da ilha?

Imensas esculturas,
estátuas com aproximadamente 5 metros de altura,
vigiam a ilha do Pacífico. Imponentes, elas
desafiam a ciência, pois como explicar o transporte
das imensas estátuas chamadas Moais,
ninguém até hoje soube dizer.

Orientadas para o norte, nordeste, sul, sudoeste e
sudeste, parecem vigiar, defender a ilha.
Mas vigiar e defender do que, de quem e o quê?
Por toda parte da ilha existem hieróglifos, escrita

que se fosse decifrada iria revelar muito sobre a cultura
daquela ilha.


rongo rongo, a escrita rapa nui

Permanece a seguinte pergunta no ar:
Quem e que ferramentas foram usadas na construção
das estátuas? Esta pergunta está entre nós
desde o descobrimento da Grande Pirâmide do Egito.
Mas se pensarmos bem, nosso Mundo está repleto
de enigmas do qual só chegamos a uma conclusão:
ou fomos auxiliados por seres inteligentes de
outras galáxias, ou aconteceu uma grande catástrofe
da qual esquecemos tudo e recomeçamos da estaca zero.



moais inacabados

Batizada como "Te pita, te henua", ( Umbigo do Mundo ),
 a pequena ilha de formação vulcânica, tem um relevo
moderado, com uma superfície de 118 km quadrados,
com altitudes variando de 200 à 500m.
Nos canteiros do vulcão, ficaram mais
de 200 Moais, não terminados nem distribuídos.



o súbito abandono

Existem três tipos de estátuas gigantes:
As primeiras estátuas estão situadas
nas praias à borda do mar. Seu número é de
mais ou menos 200 à 260 e algumas estão à uma
distância de mais de 20 km do canteiro do vulcão
onde foram modeladas. Estas estavam instalados em grupos,
sobre monumentos funerários chamados "ahus"
e davam as costas para o mar. Originariamente estiveram
cobertas por um tipo de chapéu cilíndrico chamado
"Punkao", feito com uma rocha avermelhada,
tirada do vulcão "Puna Pao".


os moais sobre monumentos funerários

O segundo grupo encontra-se ao pé do "Rano Raraku".
São estátuas terminadas, porém diferentes das outras,
pois seus corpos estão cobertos por símbolos.
As órbitas dos olhos não estão desenhadas
e precisam de um chapéu ou "punkao".
No entanto estas são mais
enigmáticas que as anteriores.


os moais ornamentados

O terceiro grupo, com pernas, foi comparado as
estátuas da arte pré-incaica criando sérias dúvidas
sobre a tese comum da origem dessas populações.
A ilha porém foi abandonada por alguma razão.
Os obreiros abandonaram suas ferramentas e oficinas.
Como se as causas desta paralisação tivessem sido provocadas
por uma catástrofe de caráter natural, como maremoto
ou por alguma invasão ou epidemia.


moai com o corpo completo

O esoterismo é forte na ilha, a começar por seu
formato triangular, que é um importante símbolo místico,
além de que a ilha tem exatos 22 por 11 quilômetros,
o que deixa intrigado os numerólogos.


um moai submerso

A ilha tem vários locais usados para meditação.
Sobre um de suas montanhas pode-se ver o sol nascendo
e a lua se pondo na mesma linha. Páscoa possui três
grandes crateras vulcânicas, uma em cada um
dos três vértices da ilha. Os antigos polinésios
sentiam que a ilha era um dos chacras do planeta,
ou seja, um dos sete pontos de grande
concentração de energia do planeta.

carlos miranda (betomelodia) 


destaque: os guardiões dos mistérios de rapa nui

fontes
imagens: arquivo pessoal - textos: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: arquivo pessoal / enigmas do mundo / google
 - 

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Byafra, Sonho de Ícaro


" O sobrado da Rua Raul Pompéia, 37, em Niterói, na época capital do Estado do Rio de Janeiro, estremecia com as pancadas dos pedaços de cabo de vassoura sobre as latas de tinta vazias. No comando da percussão, Byafra, que naquela época, aos 12 anos de idade, era conhecido apenas como Maurício Pinheiro Reis. No segundo andar, sua avó, Dona Aura, tentava em vão dormir um pouco depois do almoço. Impossível, pois o ruído invadia o quarto apesar das portas e janelas fechadas. O pior é que essa cena se repetia todos os dias. Mulher inteligente e de grande vocação diplomática, Dona Aura percebeu que o problema não se resolveria com uma simples bronca no neto ou com meia dúzia de gritos. Num belo dia, a senhora entra na garagem e interrompe o solo de percussão com um presente: uma bela flauta doce, acompanhada de um certificado de inscrição num curso de música, para aprender o instrumento. A única coisa que Dona Aura não sabia, é que além de resolver o seu problema, também estava proporcionando o início da carreira de um dos mais queridos artistas da Música Popular Romântica do Brasil. "
( autor do texto não informado )

byafra

Foi em meados da década de 80, que incluí
os trabalhos de Byafra em meu repertório,
com a composição de Pisca e Cláudio Rabello,
Sonho de Ícaro, grande sucesso até os dias atuais, e
por ele interpretada de uma forma marcante.
Essa é a postagem de encerramento do mês,
que com certeza nos traz grandes recordações.



O link destacado em  "link para suas preferências no blog"  lá no final da postagem, é
para acessar outras publicações sobre este Artista em total segurança.
Naveguem e descubram o  Brasil  na  Música e na Arte.

carlos miranda (betomelodia) 


Voar voar subir subir ir por onde for
Descer até o céu cair ou mudar de cor
Anjos de gás asas de ilusão
E um sonho audaz feito um balão

No ar no ar eu sou assim brilho do farol
Além do mais amargo fim simplesmente Sol
Rock do bom ou quem sabe Jazz
Som sobre som bem mais bem mais

O que sai de mim vem do prazer
De querer sentir o que eu não posso ter
O que faz de mim ser o que sou é gostar de ir
Por onde ninguém for do alto coração mais alto coração

Viver viver e não fingir esconder no olhar
Pedir não mais que permitir jogos de azar
Fauno lunar s
ombras no porão
E um show vulgar todo verão

Fugir meu bem pra ser feliz só no Pólo Sul
Não vou mudar do meu País nem vestir azul
Faça o sinal cante uma canção
Sentimental em qualquer tom

Repetir o amor já satisfaz

Dentro do bombom há um licor a mais
Ir até que um dia chegue enfim
Em que o Sol derreta a cera até o fim
Do alto coração mais alto coração

Faça o sinal cante uma canção
Sentimental em qualquer tom


Repetir o amor já satisfaz
Dentro do bombom há um licor a mais
Ir até que um dia chegue enfim
Em que o Sol derreta a cera até o fim
Do alto coração mais alto coração

pisca / claudio rabello


fontes
imagens e vídeo: arquivo pessoal - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: arquivo pessoal / google