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quinta-feira, 25 de junho de 2020

Ju Moraes, Na Palma da Mão



Foi em Salvador, Capital do Estado Bahia que ela veio ao mundo em Novembro de 1985. Seu nome,
Juliana  de Almeida Moraes, que desde a infância recebeu o dom da Música guiando sua vida,
começou a cantar aos dez anos de idade. Estudando numa escola na cidade Conceição do
Jacuípe, mais conhecida por Berimbau, fez seu primeiro show e não mais parou.  Aos
dezoito anos cantava nos bares da  capital baiana.  Paralelamente à  Música  ela
graduou-se em Direito e foi aprovada nos exames da OAB mas, não seguiu a
carreira,  optando pela  magia dos palcos.  Creio que a escolha foi certa

Adotou  como  nome artístico  "Ju Soares",  tornando-se nacionalmente conhecida ao
 participar de um "talent show" em sua primeira temporada no Brasil no ano de 2012,
tendo alcançado o segundo lugar na final.  Além da voz afinada e bela,  também
multi-instrumentista,  dominando  ukelele,  violão e pandeiro,  além de  ótimo
domínio do palco.  Sem dúvida Ju é um dos mais novos nomes da MPB.

carlos miranda (betomelodia) 


Laia laia laia palma da mão ôô ôô ôô se entrega
Laia laia laia palma da mão ôô ôô ôô se entrega

O bem maior do sonhador compositor é entender a nota de um coração
Papel de pão importa não inspiração vem de você aí já é
Conspiração coisa de Deus pra entender e explicar qual o caminho da razão
Então é luz sorte para nós seja de bem que eu tô solar

Crepúsculo maravilhoso você tem um cheiro gostoso
Perfume de uma dia feliz a voz do meu anjo é quem diz
Mainha eu tô de maresia eu venho do mar da Bahia
Com água de coco e canção poemas no me violão

Abra as asas sobre nós meu amor sincero abra as asas meu amor
Abra as asas sobre nós meu amor sincero abra as asas meu amor
Na palma da mão quero ver

dom chicla / mikael mutti / saulo fernandes



fontes
imagem e vídeo: arquivo pessoal - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: arquivo pessoal / google

sábado, 20 de junho de 2020

Arnaldo Antunes, Envelhecer



Hoje completo mais um ano de vida...
São 76 anos bem vividos e sem arrependimentos, que ensinaram-me muito sobre o que é viver, viver
cada dia com gratidão pelo simples fato de ainda estar vivo, de ainda estar lúcido.   E nestes três
quartos de século, 2020 é mais um bônus a mim concedido por Deus, bônus que não creio ser
merecedor pois muito ainda tenho a aprender,  erros tentar corrigir  para então ter a Paz
de espírito plena,  por ter feito neste plano  o melhor que pude  em mais este estágio.

Então  acho que mereço um presente  para comemorar  os 16 anos de divulgação da
Música, da Arte e um pouquinho de meus escritos nos meus Blog's, e para tanto escolhi o
vídeo que fala sobre o que muitos temem: envelhecer. O vídeo mostra com certo humor o que
na verdade sobre o fato de  passarem-se anos eu penso ser o correto,  feliz adoto para bem viver.
Arnaldo Antunes já esteve por aqui muitas vezes, como  intérprete de suas composições ou em muitas 
interterpretações feitas por outros  grandes nomes  do maravilhoso Universo Musical Brasileiro, e 
a Música escolhida para o tema, "Envelhecer", retrata a minha  real personalidade  de "idoso".

carlos miranda (betomelodia) 


( vídeo em 360p )
A coisa mais moderna que existe nessa vida é envelhecer
A barba vai descendo e os cabelos vão caindo pra cabeça aparecer
Os filhos vão crescendo e o tempo vai dizendo que agora é pra valer
Os outros vão morrendo e a gente aprendendo a esquecer

Não quero morrer pois quero ver como será que deve ser envelhecer
Eu quero é viver pra ver qual é e dizer venha pra o que vai acontecer

Eu quero que o tapete voe no meio da sala de estar
Eu quero que a panela de pressão pressione e que a pia comece a pingar
Eu quero que a sirene soe e me faça levantar do sofá
Eu quero por Rita Pavone no ringtone do meu celular
Eu quero estar no meio do ciclone pra poder aproveitar
E quando eu esquecer meu próprio nome que me chamem de 'velho gagá'

Pois ser eternamente adolescente nada é mais demodé
Com os ralos fios de cabelo sobre a testa que não pára de crescer
Não sei porque essa gente vira a cara pro presente e esquece de aprender
Que felizmente ou infelizmente sempre o tempo vai correr

Não quero morrer pois quero ver como será que deve ser envelhecer
Eu quero é viver pra ver qual é e dizer venha pra o que vai acontecer

arnaldo antunes / ortinho / marcelo jeneci



fontes
imagem e vídeo: arquivo pessoal - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: arquivo pessoal / google

segunda-feira, 15 de junho de 2020

Eliaquim Soares e sua Arte


Em Fevereiro de 2017 ele foi destaque aqui no  Blog,  narrando como foi o seu início nas
Artes Plásticas,  forte intuição do caminho que deveria seguir, a de ser um pintor,
de retratar o cotidiano da vida  sob sua pessoal visão do mundo que nos
cerca, paisagens com sua luzes e cores, cenas cotidianas e tudo
o mais que em suas  memórias estava arquivado.  Para
saberem mais sobre o Artista, basta clicar aqui.

carlos miranda (betomelodia) 







fontes
imagens: arquivo pessoal - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: arquivo pessoal / google
( telas apresentadas sem títulos disponíveis - tamanho das telas adaptados à diagramação )

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Baby do Brasil, Todo Dia Era Dia De Índio



O que  escrever sobre esta dupla de maravilhosas intérpretes da nossa Música? Elza Soares já foi 
destaque muitas vezes e Baby do Brasil também. Se mais um pouco quiserem saber sobre
elas, basta clicar nos link's na cor verde. Escolhida para ilustrar esta postagem uma
composição de  Jorge Ben Jor,  que narra a falta de respeito e consideração
para com aqueles que conosco compartilharam esta maravilha: Brasil. 

carlos miranda (betomelodia) 


Curumim chama Cunhatã que eu vou contar
Curumim chama Cunhatã que eu vou contar
Todo dia era dia de Índio todo dia era dia de Índio
Curumim Cunhatã Cunhatã Curumim

Antes que o homem aqui chegasse às Terras Brasileiras
Eram habitadas e amadas por mais de 3 milhões de Índios
Proprietários felizes da Terra Brasilis
Pois todo dia era dia de Índio todo dia era dia de Índio

Mas agora eles só tem o dia 19 de Abril
Mas agora eles só tem o dia 19 de Abril amantes da natureza
Eles são incapazes com certeza de maltratar uma fêmea
Ou de poluir o rio e o mar preservando o equilíbrio ecológico
Da terra fauna e flora pois em sua glória o Índio
É o exemplo puro e perfeito próximo da harmonia
Da fraternidade e da alegria da alegria de viver da alegria de viver

E no entanto hoje o seu canto triste é o lamento de uma raça que já foi muito feliz
Pois antigamente todo dia era dia de Índio todo dia era dia de Índio
Todo santo dia era dia de Índio mas todo dia era dia de Índio

jorge ben jor




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imagem e vídeo: arquivo pessoal - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: arquivo pessoal / google

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Chico César, Estado de Poesia



Hoje o destaque é Francisco César Gonçalves, na Música Chico César, que tive o prazer de conhecer
no Aeroporto Internacional de Campo Grande, Mato Grosso do Sul,  quando lá residia. Nascido em
Catolé do Rocha,  município interiorano do  Estado da Paraíba,  aos dezesseis anos mudou-se
para João Pessoa,  onde na Universidade Federal da Paraíba formou-se em jornalismo, ao
mesmo tempo do curso participou de um grupo de poesia de vanguarda,  o Jaguaribe
Carne.  Depois da formatura mudou-se para a  cidade de  São Paulo  trabalhando
como jornalista e revisor mas, sua tendência para a Música levou-o de volta
às suas composições e ao seu violão, formando seu público no Brasil e
também com repercussão internacional, pois suas canções com alto
encanto linguístico mais poesia, são verdadeiras jóias musicais.

Sua  ocupação como  jornalista  teve fim no ano de 1991, ao ser
convidado para uma turnê pela Alemanha,  que alcançou um enorme
sucesso.  Assim, optou por deixar a carreira jornalística para dedicar-se
apenas à Música,  criando a sua banda Cuscuz Clã para suas apresentações.

carlos miranda (betomelodia) 


 Para viver em estado de poesia me entranharia nestes sertões de você
Para deixar a vida que eu vivia de cigania antes de te conhecer
De enganos livres que eu tinha porque queria por não saber que mais dia menos dia
Eu todo me encantaria pelo todo do teu ser pra misturar meia noite meio dia
E enfim saber que cantaria a cantoria que há tanto tempo queria a canção do bem querer

É belo vês o amor sem anestesia dói de bom arde de doce queima acalma mata e cria
Chega tem vez que a pessoa que enamora se pega e chora do que ontem mesmo ria
Chega tem hora que ri de dentro pra fora não fica nem vai embora é o estado de poesia

chico césar



fontes
imagem(s) e vídeo(s): arquivo pessoal - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: arquivo pessoal / google

sexta-feira, 15 de maio de 2020

A Arte no Mundo - Alexander Pacheco - Brasil

cafezal na mantiqueira - 2017



Alexander Pacheco teve sua estreia em  nosso Blog no ano de 2013, retratando a beleza deste nosso
amado Brasil.  No âmbito nacional e internacional é um dos marcos de nossa cultura nas Artes
Plásticas, em suas várias exposições individuais e coletivas, nas quais foi destaque em 
prêmios e menções, com suas pinturas sobre cultura brasileira. Nesta publicação
não escreverei sobre ele, tampouco a respeito de sua obra, deixando isso
para ele definir em versos de própria autoria, sua maravilhosa obra:

" Pinto o povo, as ruas, as rodas de Capoeira... As manifestações pacíficas ou não.
Pinto gente sofrida e gente contente... Gente banguela e gente com dente.
Pinto sombra e pinto luz... Pinto o Carnaval e a mulata que seduz.
Pinto o Rio das praias e das favelas... Das belezas e das tristezas.
Pinto o céu escuro e o céu de anil... porque se não fosse tudo isso,
Não seria Brasil. "   (alexander pacheco)


alexander pacheco - 1974 / in activity
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fonte
imagem e dados técnicos: google
publicado por : carlos miranda (betomelodia) 

terça-feira, 5 de maio de 2020

Fernanda Takai, Doce Companhia

 


Fernanda Takai está presente em nosso Blog desde o ano de 2015, com ótimos arranjos, belas
interpretações, afinadíssima em seu cantar e um carisma todo especial. Escolhi este vídeo,
de seu show  "Na Medida do Impossível",  no qual revela tudo o que acima mencionei
com sua banda composta por excelentes  Músicos,  cantando a versão da canção
composta por  Julieta Venegas Percevault,  compositora  mexicana,  cantora e
instrumentista,  nascida  em  Los  Angeles, Califórnia.  Sei que  apreciarão.

carlos miranda (betomelodia) 


Hoje só quero silêncio não quero nada mudar
Quero ficar bem tranquila e saborear essa paz
Tenho um momento de calma eu sinto o peso ceder
O emaranhado da vida já desfiz sem porque

Nada que venha de fora vai me fazer mais feliz
Como sentir os seus olhos tranquilos sobre mim

Sua doce companhia não me canso de querer
Me sinto ressuscitada perto de você
Sua doce companhia não me canso de querer
Me sinto ressuscitada perto de você

Fico de longe esperando a hora em que vou te ver
Em tuas mãos eu me entrego me rendi a você
Eu já não tenho resposta nem esperava encontrar
Meu coração tão cansado não queria sequer tentar

Nada que venha de fora vai me fazer mais feliz
Como sentir os seus olhos tranquilos sobre mim me sinto florescer

Sua doce companhia não me canso de querer
Me sinto ressuscitada perto de você
Sua doce companhia não me canso de querer
Me sinto ressuscitada perto de você

Sua doce companhia sua doce companhia
Doce companhia sua doce companhia

julieta venegas percevault / fernanda barbosa takai

 

fontes
imagem(s) e vídeo(s): arquivo pessoal - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: arquivo pessoal / google